sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Editora Costelas Felinas / Livros Artesanais * Antonio Cabral Filho - Rj

Editora Costelas Felinas
Claudia Brino / Vieira Vivo
Foi com grande alegria, alegria mesmo, que eu e Vieira Vivo fomos ao encontro de Karina Black em Praia Grande para dar uma entrevista ao jornal Gazeta do Litoral ... 
Olha a matéria aí falando da gente e da editora Costelas Felinas... A foto quem bateu foi Cecília Camargo, estávamos no evento da FLIPA , org. porRosana Banharoli, em 2014..
A reportagem abaixo é do dia 6 e 7 de outubro de 2016..
Cá super felizes!!!!!

Costelas Felinas

http://livroscostelasfelinas.blogspot.com.br/ 

*

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Cosac Naify, quem diria... Antonio Cabral Filho - Rj

Cosac Naify: Quem Diria...
***
Matéria de Maria Fernanda Rodrigues,
no jornal Estadão:
"
Em entrevista exclusiva ao Estado no dia 30 de novembro de 2015, Charles Cosac anunciou que estava fechando sua editora, a Cosac Naify, referência em livros de arte e que mudou a cara do livro feito no Brasil, depois de 20 anos de prejuízo financeiro. Os direitos de publicação de algumas obras foram transferidos para outras editoras. A Amazon ganhou o status de livraria oficial da editora, e queimou boa parte do estoque em promoções que agradaram os leitores/fãs da editora. E a editora manteve-se aberta durante todo esse ano, mesmo inoperante (embora tenha lançado um ou outro livro que já estava no prelo), por questões legais.
Agora, uma nova notícia choca os bibliófilos de plantão. Em entrevista ao Publishnews, veículo especializado na cobertura do mercado editorial, publicada nesta quinta-feira, 22, Dione Oliveira, diretor financeiro da Cosac Naify, disse que até 31 de dezembro os livros que ainda não tiverem sido vendidos serão picotados e vão virar aparas. Uma prática comum diante dos custos de manter um estoque, mas que ainda assim causa revolta. Porque eles podiam ser doados para bibliotecas ou dados a seus autores, ou vendidos nos tradicionais saldões que a editora costumava fazer.
Na reportagem, Oliveira argumentou: “Tem um problema que muitas pessoas desconhecem. Doações geram um transtorno contábil na empresa. Se faço uma doação de um livro, tenho que reconhecer o custo disso. Se eu faço a doação de um volume considerável de livros, eu gero um resultado financeiro negativo absurdo, fora da curva”. A falta de pessoal para cuidar dessas doações também foi citada pelo diretor financeiro, que disse ainda que não pode doar os volumes para os autores, mas que eles terão prioridade na compra, e que a Amazon não ficou com todo o estoque da casa, só com alguns dos títulos.
A Amazon segue vendendo os títulos que estão em seu estoque até eles acabarem – nesse período, algumas obras foram reimpressas. Em nota enviada ao Estado, a varejista disse que não discute estratégias comerciais e que agradece a Cosac Naify pela confiança. Na entrevista, Dione Oliveira comentou que “seria fantástico se a Amazon tivesse comprado todo o estoque, como dizem por aí, mas isso não foi verdade, infelizmente”."
Fonte:
http://cultura.estadao.com.br/blogs/babel/livros-da-cosac-naify-serao-destruidos-na-virada-do-ano/
*

domingo, 9 de outubro de 2016

José Fabiano / Quem Lê O Quê * Antonio Cabral Filho - Rj

José Fabiano - Trovador
Depoimento

Minhas irmãs e meus irmãos,

Do livro "O Duce, meu Pai",  de Romano Mussolini, capítulo 13, "O sonho de dona Rachele", algumas informações:

" Como é sabido, o corpo do meu pai foi transportado para Milão por Giulino di Mezzegra, pelo lago de Como, na noite de 28 de Abril, juntamente com o de Claretta Petacci e dos outros dirigentes do partido fascista fuzilados em Dongo." 

"A desilusão da minha mãe foi enorme e, uma vez mais, graças a um dos seu incríveis sonhos reveladores soube o que tinha acontecido. O meu pai surgiu à sua frente de súbito, num estreito caminho cheio de buracos e de pedras, Tinha a roupa molhada e rasgada e uma expressão perturbada. Dona Rachele foi ao seu encontro e estendeu-lhe os braços; ele olhou-a e pareceu serenar, sorrindo-lhe como tantas vezes fizera quando vivo ao vê-la preocupada. A minha mãe abraçou-o e, chorando, perguntou-lhe se, no momento final, tinha sofrido muito. 

'Ele respondeu-me que estivesse descansada', são as palavras de dona Rachele, 'porque não tinha sentido dor. Depois voltou-se e eu vi-lhe distintamente nove buracos nos costas. Explicou-me que eram os sinais dos tiros de metralhadora, mas que as balas não fazem doer quando acertam. Disse-me: 'Sente-se apenas um grande calor e um pouco de ardume, mas é quase agradável. Depois, de repente, não se sente mais nada.'
Esta nossa conversa está ficando um pouco longa. Por isso, continuará no "próximo capítulo", quando mencionarei uma possível explicação dada pelo autor do livro, Romano Mussolini. 

Não deixem de ver!

Abraços do Fabiano e Meirezinha
Mais José Fabiano
http://blogdotrovadorjosefabiano.blogspot.com.br/ 


sábado, 8 de outubro de 2016

A Intensidade do "Acaso Caos" * Ricardo Bezerra - Pb

A intensidade do "Acaso Caos"
Ricardo Bezerra - Pb
*

A intensidade do “acaso caos”

                            Não sou crítico literário, pois admiro o que escreve o Escritor Hildeberto Barbosa Filho. Porém, ao fim da leitura de um livro, quando este arrebata as emoções, fazendo com que a circulação sanguínea alcance níveis que proporcionem a erupção vulcânica, materializada no suor que inunda o corpo, dando sensação térmica aparente de larva que consome tudo por onde passa, sinto uma necessidade extrema de externar, na escrita, o que senti com aquela leitura, eternizando o meu pensar.
                            Ao ler “acaso caos” de Bruno Gaudêncio, poesias, onde prefiro extirpar esta conotação de “jovem poeta” ou de que “está maduro no exercício poético”, já que entendo que todos que escrevem são poetas, independente da idade, porque o sentir poético depende do olhar à escrita, do gosto por determinada leitura e, também, do momento em que o leitor está para ler. Augusto dos Anjos ao ter sua morte anunciada foi dito que nada havia se perdido, enquanto poeta. Quem o disse, para não exaltar seu nome, deve está revirando a cova!
                            A intensidade do “acaso caos” começa pela sua inclusão em seis dos poemas apresentados, destacando-se o que atribui o título do livro, fls. 45, desta edição lida, onde a imagem do amor e seu conflito são permeados pelo relacionamento a dois, usando o autor “nós”.
                            Esta reflexão nos conduz ao estudo numerológico do seis, onde é perceptível no citado poema que o autor se identifica muito mais com “nós” do que o “eu”, colocando a sua preocupação com o bem estar das pessoas, visivelmente percebido na relação exarada pelo autor.
                            O “acaso caos” em seis poemas do autor condiz com o seu perfil pessoal para o numerológico, por ser o número indicado aos Mistérios Maiores, do amor-sabedoria e da glória.
                            Cultura é algo que já não mais se questiona neste Campinense arretado! Ele vem aprimorando-a a cada dia; até mesmo pelo seu caráter, digno de uma personalidade humana integrado pelos veículos da matéria: físico, vital, emocional e mental. Aliado a isto, completa-se com o espírito.                       
                                Algumas virtudes do número seis, tais como: Sentimentos de Amor, Fraternidade, Paz, a Incansável busca de Deus, responsabilidade, teimosia, disposição, dar e ser conselheiro, ser sonhador, magnetismo, atração, simpatia, amizade, beleza, pureza, sensibilidade, companheirismo, compaixão, acolhedor, são visivelmente encontradas na leitura de “acaso caos” e, até mesmo, no próprio ser Bruno Gaudêncio.
                            O autor confiou no “acaso” e venceu, sendo imprevisível, sem refletir pelas conseqüências e que na probabilidade lançou o “caos” como forma de manejar as palavras e fazer com que elas fossem ingeridas pelo leitor causando-lhe uma revolução interna, reflexiva.
                            Bruno Gaudêncio surge como a natureza divina de “caos”, a primeira divindade a surgir no universo, de difícil entendimento, quando na verdade esta leitura é mudança de idéia.
                            O “Itinerário da desordem interna” é a própria estrutura da divindade. A mais antiga das divindades. Pai de Tártaro (abismo), Gaia (Terra) e Eros (cupido - o mais belo entre os deuses). Significa o vazio original do universo.
                            O trajeto numerológico e divino do autor é um olhar diferente onde o poema é vida, vagando no vazio do caos, onde a “Retina” demonstra uma sensibilidade do poeta e sua pintura estética da poesia como a razão de tudo, onde tudo pode; até mesmo superar a razão.
                            O abismo “bruniano”, nesta ótica e leitura pessoal, compreende uma sonoridade neste “ossos” que habita na casa eterna como um grande enigma da vida. Como tratar o tema? Sutilmente Bruno Gaudêncio nos transporta a uma nova leitura dos nossos ossos. E esta sonoridade tem leitura similar em “pequena canção do caos”, levando à Terra um propósito momento de que o vazio foi extirpado.
                            A narrativa mística, divina, entendida na leitura ganha corpo em “geolírica” por entender a divindade Terra na sua essência de “alma”, possível de se livrar do caos humano, através da poesia.
                            Ler Bruno Gaudêncio e colocar no papel a visão numerológica e mística da sua poesia, na noite de São João, onde a fogueira queima vida outrora, dando vazio ao universo, é de se ter “a urgência do vento” para que o nevoeiro exalado seja substituído pelo sonho do poeta em ter seus olhos coloridos por nuvens que não brincam de sol.
                                                                      RICARDO BEZERRA
                                                                       Escritor/Poeta/Advogado
                                                           Instituo Histórico e Geográfico Paraibano
      Academia de Letras e Artes do Nordeste Brasileiro- Núcleo da Paraíba                                                             
                                                               Academia Paraibana de Poesia

Livro: ACASO CAOS - poesia
Autor: Bruno Gaudêncio
Editora: Editora IDEIA – 2013


·       Publicado no Jornal LINGUAGEM VIVA, Ano XXIV, nº 291, novembro de 2013, São Paulo/SP.

Ronaldo Werneck /Joaquim Branco - Quem Lê o Quê * Antonio Cabral Filho - Rj

ENTRELINHAS
Ronaldo Werneck e Joaquim Branco, 
ambos duas estrelas da poesia brasileira, oriundos de Cataguases - Mg, irradiam toda sua radicalidade estética em cada livro, em cada projeto editorial, enfim, em cada ação que essa dupla desenvolve desde os seus mais tenros momentos líricos, para elevar a vanguarda estética sempre além. Até já expressei a eles o conceito de que eles fizeram, em termos intelectuais, o que se denomina uma "escola", que seria, dadas as devidas considerações às tradicionais Escola de Frankfurt, Quartie Latin etc, a Escola de Cataguases, e, ressalto que nenhum estudo sério da Poesia de Vanguarda Brasileira pode ser feito à margem de Cataguases com essa dupla.
Prova disso, é o mais recente gesto expresso no livro ENTRELINHAS. Confiram
"
 “Entrelinhas”. É no branco das entrelinhas, em suas pequenas pausas, que o texto literário sugere imagens, significados que se incorporam ao pensamento do leitor. No branco que “fala”, na força desse branco muito bem sacado no livro de Joaquim Branco. Como ele mesmo diz, no texto de abertura: “Entrelinhas são veredas deixadas pro um autor para que o leitor se introduza na sua obra e até contribua a seu modo, percorrendo caminhos ainda não navegados”. 
Todo texto literário se aninha nas entrelinhas. É ali que ele “fala” com o leitor, polissemicamente. Então, é um achado o título deste livro, que diz desde a capa ao que vem. Diz, numa só palavra, tudo que o leitor nele irá encontrar. Pois é nas entrelinhas, no “parar para pensar”, que o leitor se vê frente à frente com as pensatas do autor – é dali que surgem à tona, que emergem os recônditos, as profundezas de cada texto. Erudito, intelectual de primeira ordem, Joaquim Branco desenha aqui um mapa, traça as veredas literárias de grandes autores, do Brasil e do estrangeiro. Veredas, palavra certa. Palavra-símbolo de Guimarães Rosa, umas das preferências literárias de Joaquim (ao lado de Jorge Luis Borges e Kafka), e que é abordado em quatro dos textos do livro. 

Um livro capaz de ousadias e descobertas, como comparar – e até inverter, entrecruzar – lírica e antilírica na obras de Manuel Bandeira e João Cabral de Melo Neto, dois poetas pernambucanos, mas aparentemente tão distantes. E tornar às avessas o lirismo de Bandeira, que se faz seco, concreto; e o poema a palo seco de Cabral, de repente eivado de lirismo. Achados que Joaquim nos oferece em poemas/fragmentos como aquele Bandeira “concretista” de “a onda anda/ aonde anda/ a onda?// a onda nada/ ainda onda/ aonde? aonde?// a onda a onda”. Ou um Cabral subitamente lírico: “(...) Pois, assim, no telefone/tua voz me parecia/como se tal manhã/estivesses envolvida,/fresca, e clara, como se/ telefonasses despida,/ ou, se vestida, somente/ de roupa de banho, mínima”. E nessas abordagens – o lirismo em foco, por exemplo – Joaquim Branco, em parágrafos paradoxalmente secos e curtos, traça um conciso panorama do lirismo ao longo dos tempos. Uma aula de um poeta que sabe o que fala, coisa de grande professor. 

Mas o texto literário só funciona em sua plenitude quando conta com o feedback do leitor. Leitor-autor “em processo”. E Joaquim aqui nos remete a Borges: “a parte que cabe ao leitor é tão importante quanto a do escritor, pois pertence a ele a fase de consumação (e do consumo) da obra de arte”. Que, por sua vez, nos leva a Hans Robert Jauss (1921-1997) e Wolfgang Iser (1926-2007), fundadores da Estética da Recepção, escola que desenvolveu no pós-guerra alemão uma noção dinâmica do leitor, ouvinte ou espectador como fator essencial à constituição da obra de arte. Dizia Jauss: “para que a literatura aconteça, o leitor é tão vital quanto o autor”.

Nesse “jogar com o leitor”, o livro de Joaquim Branco é enriquecido com abordagens de jovens autores cataguasenses, como “O Homem Interdito”, de Marcelo Benini, ou dos livros “Beirais das Gerais”, do fotógrafo “portuguases” Henrique Frade, com texto de Leonardo Magalhães Gomes, e “umÁrvore”, de Fernado Abritta. Também do sempre presente Rosário Fusco, de Ascânio Lopes, ou de outros autores que andam meio esquecidos – e cuja obra é bom relembrar, como o também “verde” Camilo Soares, os poetas Henrique Silveira e Delson Gonçalves Ferreira (“A lua/varre a rua/com sua vassoura/de luar.//Bem devagar.//Numa teia, uma aranha/estranha/a lua cheia”), ou a grande poeta e romancista Lecy Delfim Vieira: “Precisarei de alimento, água bússola, companheira./ – será que não há no mundo quem queira comigo ir? – inda que não olhe meus olhos/ inda que vá por partir/ – Fundarei o céu e a terra só pra ter aonde ir”.
Fora isso, “Entrelinhas” nos oferece excertos de autores do calibre de Hemingway, Charles Dickens, Allen Ginsberg, Daniel Defoe, Emily Dickinson. Sem esquecer, é claro, os já citados Guimarães Rosa, Franz Kafka e Jorge Luis Borges. O livro de Joaquim Branco é um vasto espaço para o leitor se deleitar. Mas não para “se deitar”. Cabe a ele, leitor, “trabalhar” esses textos com vagar, deles se apossar com todo o direito e, de repente, perceber que pode também ser o autor escondido nas entrelinhas.
"
Mais Joaquim Branco
https://www.facebook.com/joaquim.branco.ribeiro.filho/posts/1210457595685013 
&
http://joaquimbranco.blogspot.com.br/ 
Ronaldo Werneck
http://ronaldowerneck.blogspot.com.br/
***

Lindsey Vonn / Quem Lê O Quê * Antonio Cabral Filho - Rj

Lindsey Vonn

A esquiadora Lindsey Vonn, 
famosa também pelo caso com golfista Tiger Woods, está fazendo sucesso nos últimos dias por causa do seu livro Forte é o novo belo, lançado no último dia 4 em Nova York.O livro fala sobre treinamento, alimentação e psicologia, de como se sentir bem no seu corpo. Segundo diz: Eu levei 31 anos para finalmente ter confiança em relação ao meu corpo  e sobre quem eu sou e não posso esperar para dividir  tudo isso com vocês. Escreveu a americana, que foi campeã mundial de esqui em 2009 e olímpica em 2010.
_________
Fonte:
https://esportes.yahoo.com/fotos/esquiadora-posa-nua-para-promover-livro-slideshow/esquiadora-posa-nua-para-promover-livro-photo-1475608896208.html 
***

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Rogério Salgado /Quem Lê O Quê * Antonio Cabral Filho - Rj

Rogério Salgado / Quem Lê O Quê 

O que estou lendo no momento.


Rogério Salgado*


Apesar de ser um profundo leitor de poesia, contos, crônicas..., detesto livros técnicos, talvez por isso na minha educação escolar, sempre tive enorme dificuldade em passar de ano em matérias que não fossem português e literatura. Mas o livro que mais fez a minha cabeça foi “O Pequeno Príncipe” (Le Petit Prince ), do aviador e escritor francês, Antoine de Saint-Exupéry (1900/1944). Este livro que aparentemente se parece a um livro infantil, mas que na verdade é um livro feito para os adultos, revela a cada nova leitura, uma mensagem crítica ao homem/ser humano em suas ambições, invejas, desamores e tantos outros defeitos mais que possuímos e que precisamos diluí-los para nos transformarmos em Gente com Gê maiúsculo.
“O Pequeno Príncipe” pode parecer um livro simples, porém nos revela personagens plenos de simbolismos, tais como o rei, o contador, o geógrafo, a raposa, a rosa, o adulto solitário e a serpente, entre outros. O personagem principal vivia sozinho num planeta do tamanho de uma casa que tinha três vulcões, dois ativos e um extinto. Tinha também uma flor de rara beleza, mas muito orgulhosa. Foi o orgulho da rosa que arruinou a tranquilidade do mundo do pequeno príncipe e o levou a começar uma viagem em busca de amigos, que o trouxe finalmente ao planeta Terra, onde encontrou diversos personagens a partir dos quais conseguiu repensar o que era realmente importante na sua vida. O livro nos revela uma mudança de valores e sugere ao leitor o quanto estamos equivocados ao que podem ser os nossos julgamentos e como eles podem nos levar à solidão. O livro nos leva à reflexão sobre a maneira de nos tornarmos adultos, entregues às ridículas preocupações diárias, que nos levam a esquecer a criança que fomos um dia e que ainda somos. São deste maravilhoso livro, frases antológicas, tais como: “Aqueles que passam por nós não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós.” , “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.” , “A perfeição não é alcançada quando não há mais nada a ser incluído, mas sim quando não há mais nada a ser retirado.” e “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos”
No momento estou relendo pela enésima vez “O Pequeno Príncipe”.
*Rogério Salgado é poeta profissional, com 41 anos de carreira literária. Seu último livro é o livro de memórias “Poeta Ativista” (RS Edições-2015).

*

Camões Lendo Os Lusíadas Para Dom Sebastião * Antonio Cabral Filho - Rj

Luis Vaz de Camões,
segundo o pintor Antonio Carneiro, apresenta-o lendo o seu Lusíadas para o Rei Dom Sebastião numa litografia de 1873
Fonte
http://falcaodejade.blogspot.com.br/2016/05/miguel-de-cervantes-passam-400-anos.html 
***