sexta-feira, 3 de março de 2017
sexta-feira, 23 de dezembro de 2016
Porque Participar Do Livro AI-5 * Professora Dalva silveira - MG
AI-5 COLETÂNEA DE TEXTOS E POESIA
Organização:
Rogério Salgado
Baroni Edições
Belo Horizonte - MG 2016
*
Porque
participar do livro AI-5?
Dalva
Silveira*
Quando
o poeta
Rogério Salgado me fez o convite
para participar da coletânea de textos AI-5,
aceitei prontamente e fiquei muito feliz pela valiosa oportunidade
de rememorar esse tema. Escrevi, então, um artigo sobre os efeitos
do Ato
Institucional nº 5
na
cultura brasileira, assunto que me acompanhou durante as minhas
pesquisas acadêmicas. No mestrado, entre outras coisas, analisei
suas influências no encerramento prematuro da carreira do compositor
Geraldo Vandré. O trabalho resultou no livro Geraldo
Vandré: a vida não se resume em festivais.
Já no doutorado, estudei o papel representado por esse Ato no
fechamento de nada menos que oito publicações de um grupo de
jornalistas da imprensa alternativa paulista dos anos de 1970.
A ideia do livro
AI-5
nasceu do encontro
entre
cinco
poetas, no dia 1º de abril de 2014, durante um evento sobre os 50
anos do Golpe Militar no Brasil. Assim, com
espírito
da coletividade,
do sentimento de partilha e idealismo da resistência dos anos 60,
esses vêm, agora, publicar seus poemas, registrando,
ainda, o depoimento de uma
das vítimas da ditadura, bem como as análises de duas estudiosas do
assunto.
O livro foi, portanto, lançado
na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, no significativo dia 13 de
dezembro de 2016, num momento em que essas e outras iniciativas que
buscam recolocar em pauta os valores democráticos no Brasil se
mostram mais que oportunas, imprescindíveis.
Para relembrar o
AI-5, é fundamental remeter aos eventos de 1968. A efervescência
desse fatídico ano, no Brasil, está inserida num contexto global de
protestos e acontecimentos que marcaram a década de 1960. A
historiadora Christina Rodrigues, também presente no livro AI-5,
mostra que, diante de um cenário no qual “os movimentos
democráticos internacionais tinham repercussão no Brasil, os
Generais optaram por uma atitude drástica; o AI-5 [...] assinado por
Arthur da Costa e Silva, no dia 13 de dezembro de 1968” (p. 44).
No breve texto que
tive a oportunide de escrever para o livro, lembro que, em 1968, além
das influências externas, os movimentos de contestação no país
vinham se radicalizando, em resposta ao endurecimento do regime
militar. Sendo assim, pode-se apontar como um dos principais
objetivos da promulgação do AI-5 o esmagamento dessa resistência
ao governo ditatorial. A partir daquele momento, assistimos ao fim
das liberdades democráticas. Então, o governo militar assumiu sua
face mais repressiva: censurou os meios de comunicação e as
manifestações artísticas que não correspondiam ao ideal da
“Revolução de 1964”. As mudanças que daí decorreram, como
procuro demonstrar, foram desastrosas para a cultura brasileira:
Com a promulgação do AI-5 e a
subsequente implantação e consolidação da indústria cultural,
essa ideologia de transformação do mundo, tão presente na arte
brasileira dos anos 60, em particular na música popular, foi
substituída por outros valores (p. 56).
Na análise que
apresento do contexto cultural brasileiro à sombra do AI-5, cito um
depoimento de Zuenir Ventura, em que o escritor observou, ainda em
meados do ano de 1973, a intensificação de uma cultura
essencialmente comercial, padronizada e sem pretensões de
originalidade, cujo objetivo era distrair e impedir tudo que levasse
a “fazer pensar”. Essa tendência, como ainda ressalto no artigo,
assinalou “uma direção para a cultura veiculada, nas décadas
posteriores, pela maioria dos canais de comunicação da tradicional
mídia brasileira” (p. 57).
O AI-5 também foi
responsável pela liquidação dos protestos políticos e pela
violenta perseguição às pessoas consideradas “subversivas”
pelo regime ditatorial. No livro, trecho da poesia de Irineu Baroni
presentifica
esses momentos:
Olho (novamente) para trás:
estou sendo seguido
embora o caminho
não exista mais... (p.
25).
Houve, também,
muitas prisões e o do uso da tortura, fatos evidenciados nos versos
de Rogério Salgado:
daí veio a dor
em forma de telefones, paus de
araras
afogamentos e estupros (p.
35).
A revogação do
AI-5 só ocorreu em 1º de janeiro de 1979. Essa foi acompanhada por
uma lei de anistia, publicada em agosto desse mesmo ano, que não
levou em consideração a indiscutível necessidade de
responsabilização pelos crimes cometidos. Isso cooperou para o
enraizamento da prática da impunidade no país e para a perpetuação
de uma cultura de violência e desrespeito aos direitos humanos, a
que assistimos constantemente no nosso cotidiano.
Frente a essa
realidade, torna-se necessário rememorar,
discutir, esclarecer e repassar às novas gerações
as atrocidades fomentadas pelo AI-5. Ainda
mais num tempo sombrio como este que presenciamos atualmente. Neuza
Ladeira, que foi prisioneira política entre os anos de 1970 e 1972,
em seu depoimento, também publicado na coletânea, nos fala dessa
necessidade:
Foram tempos
tortuosos para todos os brasileiros. Sofremos na pele o que significa
um regime de exceção. Admito que não esperei estar aqui hoje.
Agora mais que nunca devemos falar da quebra da liberdade de
comunicação. Estamos em tempo de partidos, tempos de homens
partidos (p. 65).
Sendo
assim, este livro é fundamental para entendermos e reagirmos ao
momento atual, porque, como relata o secretário de Estado de
Direitos Humanos, Nilmário Miranda, no seu prefácio, “Os poetas,
como se sabe, enxergam na escuridão. Têm a perigosa mania de
ordenar as palavras para dizer o indizível”
(p.
6). Os poetas, também, nos enchem de esperanças,
sentimento muito necessário no contexto em que vivemos. Então,
partilho com vocês alguns trechos de poemas presentes na coletânea,
carregados desse sentimento, ainda na esperança de que eles
contribuam para a sempre necessária resistência a toda forma de
opressão.
Em
um desses poemas, Helenice
Maria Reis Rocha confessa que, “naqueles tempos”,
Presos,
de madrugada
E
livres
Ninguém
nos alcançava
Desprezávamos
os exércitos de loucos (p.
15).
E Petrônio
Souza Gonçalves deixa uma importante reflexão:
A vida não
se estacionou no que passou,
Não é o
vento que pousou na janela,
A
tempestade que ficou aprisionada
na sala de
espera
A vida não
é um lugar;
É onde
você está.
E segue
sempre,
Invariavelmente,
Na busca da
eterna primavera (p.
32).
Finalmente,
esperemos que se cumpram os versos de Bilá Bernardes, para quem o
período da ditadura militar:
Foi tempo de aprendizado
Guardado no passado
Para não repetir (p.
11).
Projeto
gráfico da capa, contracapa e miolo: Irineu Baroni
Preço
de lançamento: R$ 20,00
Contatos:
Rogério Salgado (31 98421-6827) – Irineu Baroni (31 99796-9693)
_____________________________________________________________________
*Dalva
Silveira nasceu em Belo
Horizonte/MG. Graduou-se
em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e
concluiu sua especialização em Ensino Técnico pelo Centro Federal
de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG). Defendeu o
mestrado e o doutorado em Ciências Sociais pela Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), respectivamente com os
títulos A vida não se
resume em festivais:
um estudo das representações sobre Geraldo Vandré na imprensa
brasileira (1966-2009); e A
“Turma do Ex-”
e a ditadura
militar: os oito anos
de guerrilha jornalística e seu legado. Atualmente, desenvolve
pesquisas sobre o período da ditadura militar, com ênfase no campo
da música e da imprensa alternativa das décadas de 1960 e 1970. É
autora de Geraldo
Vandré: a vida não
se resume em festivais (Fino Traço, 2011), além de artigos e também
outros livros em coautoria. E-mail: dalvasilveira@yahoo.com.br.
Marcadores:
ai-5,
antologia poetica,
censura,
coronel jose geraldo de oliveira,
dalva silveira,
golpe militar,
irineu baroni,
rogerio salgado
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
O Hábito De Ler - Por Iram Saraiva / Antonio Cabral Filho - RJ
O Hábito De Ler - Por Iram Saraiva*

O costume de ler o brasileiro não tem. Por isso, quase nada vê, pouco ouve, e fala com uma dificuldade espantosa.
Não vejo outra razão, que não seja a falta de leitura, para tanta servilidade de uma nação inteira. É a própria ausência de dignidade ante aqueles de quem se depende.
Aqui, Executivo, Legislativo e Judiciário não são poderes. São patrões. Lamentável constatação que, com certeza, deixaria triste Montesquieu, o idealizador da divisão dos poderes, na mesma proporção vivida por Santos Dumont ao ver a sua criação, o avião, usada na ordem inversa do que sonhava, qual seja, a paz.
O que o hábito de ler poder fazer ao homem?
No primeiro momento, abre a possibilidade de visão pessoal, o que equivale dizer, enxergar o mundo da forma que ele é, e não do jeito que contam que é.
Depois, ensina ouvir conforme alguém expressou e não na intenção distorcida com a qual, muitas vezes, as palavras são usadas.
Finalmente, afasta o bloqueio do não saber e de se manifestar sem conteúdo e reflexão.
De posse desses três requisitos não há quem não aprenda a pensar, fato que evita que aconteça a previsão de Montesquieu: “Quanto menos os homens pensam, mais eles falam”.
Mas também não conheço um homem sequer que consiga raciocinar sem ter o hábito de ler. Sem conhecimento o cérebro é um moinho que apenas tritura o vazio.
Quem não lê não tem ideias ou convicções, porque o seu alcance só vai até o limite que a ignorância permite: nada.
Há sempre um livro pronto para nos ensinar. A questão é que ele é esquecido em cima de um móvel qualquer todo coberto de poeira.
Fossemos um povo letrado aquele que nos governa, por força do hábito, também o seria, e erraria menos. Nação culta não aceita ser conduzida como o gado é levado ao matadouro.
Já vi inúmeras passeatas, o mesmo tanto de protestos, milhares de faixas “Fora” isso ou aquilo nos finais de semana, e, na segunda-feira, segue a vida normalmente como se nada houvesse acontecido. Ou melhor, quando não piora um pouquinho mais. É muita resignação para o meu gosto.
Às vezes, penso que as redes sociais funcionam, para os seus usuários, como vingança suficiente contra os fatos e seus ocasionadores, pois bastam charges, piadinhas, fotos denunciativas para acalmar a fúria quase santa da galera que também participou dos protestos de rua.
Meu amigo, poderes não temem passeatas e nem charges. Governo morre de medo é de povo culto, que lê e sabe dos seus direitos originários. Portanto, vamos ler, com o propósito de saber, que, talvez, daqui cinco décadas essa gente seja varrida da nossa história.
(Iram Saraiva, ministro emérito do Tribunal de Contas da União, )https://impresso.dm.com.br/edicao/20161214/pagina/19/conteudo/opiniao/2016/12/o-habito-de-ler.html )
quinta-feira, 17 de novembro de 2016
A Força da Palavra Escrita * Kleber Galvêas - ES
A Força da Palavra Escrita
-Van Gogh-
*
A FORÇA DA PALAVRA ESCRITA
O demônio Tentes apresentou ao rei Tannus a matemática, a geometria, a astronomia... e a escrita, dizendo que ela conduziria seu povo à ciência.
Logo imaginamos que isso seria perfeito. Lembramo-nos da aquisição da linguagem oral e de como isso possibilitou a transição da nossa condição absolutamente animalesca para a condição humana. A possibilidade de fixar e transmitir a linguagem ao infinito, no tempo e no espaço, através da escrita, nos tornaria ainda mais humanos. Espalhando e comparando informações, acrescentando opiniões, avaliando resultados e trocando conhecimentos, seriamos solidários.
Tannus não viu assim e disse: “Se você nos ensinar a escrita, eu posso lhe dizer o que vai acontecer: essa habilidade será funesta para o homem.” Imaginou que a força da palavra escrita nos submeteria a um modelo. Colocaria nossas recordações e vivências em segundo plano, o homem perderia a curiosidade, a própria memória e muito do seu saber. Conhecimentos próprios seriam substituídos por citações elegantes, perderia autenticidade na sua expressão. A previsão de Tannus, contada por Platão, em Fédon, se realizou para a maioria da humanidade. Em todas as culturas, em todos os níveis sociais existem fundamentalistas, seguidores fanáticos da palavra escrita por outrem.
Cervantes, há quatro séculos, no olho do violento furacão da inquisição na Espanha, percebeu paradigmas e nos alertou para o desvio dogmático dos agentes fundamentalistas. Enfrentando mil dificuldades, andando na corda bamba sobre fogueiras, em território onde as três grandes religiões de inspiração divina (Cristianismo, Judaísmo e Islamismo) se encontravam ativas, pregando a palavra escrita em seus livros sagrados, ele soube usar a literatura com habilidade (foi o primeiro escritor a transitar do barroco para o moderno). Indicou-nos a correção de rumo dando dribles fantásticos nos censores da inquisição e publicando, há exatos 400 anos (1616), a sua novela Dom Quixote. Critica velada aos seguidores estreitos da palavra escrita na Bíblia, no Torá e no Alcorão.
Dom Quixote, em seu leito de morte, após uma febre alta, reconheceu que não viveu a própria vida. Fanático pelos livros de Cavalaria Andante, sempre procurou imitar seus heróis da Idade Média. Desprezando a sensibilidade, ignorou seu tempo, sua vocação e suas experiências pessoais.
A mais popular palavra escrita atualmente está no jornalismo dos diferentes veículos. Da mesma forma que contribuímos com o dízimo para a difusão da palavra escrita nos livros sagrados, que alimentam o espírito, devemos contribuir (assinatura, compra avulsa) para que o jornalismo prospere, alimentando as nossas consciências. A contribuição para a difusão do jornal e da mídia eletrônica é essencial para tomarmos conhecimento dos fatos narrados de diferentes ângulos, para avaliarmos e traçarmos um rumo mais próprio e humano para nossas vidas na comunidade. Evoluímos informando-nos, ouvindo opiniões, analisando, testando hipóteses e investigando velhos paradigmas. Habitamos um mundo que pode ser compartilhado generosamente.
As coisas estão mudando para melhor. Como acontece nos países desenvolvidos, o leitor brasileiro tem mostrado interesse maior por assuntos próximos, sobre os quais já tenha algum conhecimento, dos quais possa participar e até neles interferir, ou simplesmente sabê-los, para conhecer melhor o seu ambiente.
O jornalista é o professor sem didática, mas pródigo, habilidoso e preparado para informar. O professor, o jornalista e o artista têm atividades complementares. O professor habilita o jornalista e o artista a produzirem suas obras; e o povo, a conhecê-las. O jornalista informa o que acontece, onde e como está acontecendo. O artista produz insumos para que o professor e o jornalista exerçam suas atividades, e complementem a sua obra, pois não existe arte sem público.
Fundamentais na vida em sociedade, as atividades desses profissionais exigem vocação e formação adequada, para seu bom desempenho. Se tivéssemos um juízo coletivo seriam muito bem remuneradas e prestigiadas, para nosso próprio benefício.
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Leandro Alves - MG / Quem Lê o Quê * Antonio Cabral Filho - RJ
Leandro Alves -MG/Quem Lê o Quê
Memórias da Guerra /
Agnaldo Silva -Editora Record - RJ
Agnaldo Silva foi minha grande descoberta em 2016 com o
livro “Memórias da Guerra” (Record, 1986)! Os contos dele me instigam pela
capacidade de síntese, o humor negro, pelos personagens que nossa sociedade
míope se recusa a enxergar. Este livro
que, bem que poderia ter como trilha sonora a canção “Na batucada da vida”, de
Ari Barroso, é o retrato da extinta Lapa onde eu gostaria de ter vivido. São
malandros com a navalha em riste, para quem a vida é uma guerra constante.
O conto brasileiro, como mostra este brilhante livro, não
parece monopólio de Rubem Fonseca e Dalton Trevisan. As putas, os travestis, os michês, as
mulheres de bandido— ganham neste texto uma luz que vai além dos letreiros
luminosos que iluminam a miséria na cidade.
Agnaldo Silva é dramaturgo, contista, escritor, cineasta e é
lamentável que apenas apareça nas entrevistas de TV como autor de telenovelas.
O livro de Agnaldo é divido em três partes. Na primeira “Livro Um-verdades?”, temos obras
primas com o “Nas Matinês do cinema Irís”, que fez com que eu empreendesse uma
verdadeira busca pelos sebos da cidade em busca do livro no qual estava
publicado. “Seguem os contos “Memórias
da Guerra”, “Pavana para Twist (A Agonia da Lapa)”, “Uma incerta no Mangue”,
“Mulher de Bandido” e A Batalha em Nova Iguaçu”.
Na segunda, “Livro dois-mentiras?” temos, dentre outros, os
contos “Eles atendem por telefone”, “Confissões de um jovem michê” e “... E a
França aprende a tomar banho”.
Por fim, no “Livro três-mentiras e verdades?” temos o conto
“Amor grego”, elogiadíssimo por João Antônio.
O autor ainda é reponsável por obras como: “Redenção para
Job”, “Cristo partido ao meio”, “Dez
histórias imorais”, etc.
O fascínio que o livro exerce sobre mim se deve ao fato de
fotografar em palavras um mundo diferente da hipocrisia e do conservadorismo em
que vivemos hoje.
Dentre suas melhores novelas estão:
“Roque santeiro”, em parceira com Dias Gomes; “Tieta”,
adptado do romance de Jorge Amado; “Senhora do Destino”, que é considerada uma
das melhores novelas do ano 2000.
Apresentação do Autor
Cabral, o Leandro Alves é um poeta amigo que gosto muito e ele faz último ano de Letras na PUC-Minas. Senti nele uma vontade enorme de participar do seu blog sobre "o que estou lendo agora", mas sem jeito de lhe pedir. Se pudesse convidá-lo, ficarei grato por isso. O e-mail dele é: falecom.leandroalves@gmail.com
Abração amigo,
Rogério Salgado.
domingo, 13 de novembro de 2016
Salvo Pela Leitura * Antonio Cabral Filho - Rj
Thompson Vitor,1º Lugar
na UFRN, para multimidia. Ele é filho da catadora Rosângela Marinho, que recolhia livros no lixo e levava para os filhos, punha-os para brincar com livros, até aprenderem a ler. Segundo Vitor, ele estuda por prazer e não por obrigação. Veja reportagem a seguir
http://www.naoentendodireito.net/2016/03/filho-de-catadora-e-1-lugar-em.html?m=1
***
Homenagem a Alberto de Abreu * Antonio Cabral Filho - Rj
Homenagem
Alberto de Abreu
Padrão Livraria Editora Ltda
Rio de Janeiro - Rj 1998
*
Trata-se de uma extensa coleção de depoimentos sobre o Livreiro Alberto de Abreu, criador da Livraria Acadêmica e da Livraria Editora Padrão. Antes de tudo, é um livro de História; história do livro, das livrarias cariocas, dos livreiros em geral e das editoras, brasileiras e cariocas, mas sobretudo, um depoimento íntimo, amigo e companheiro sobre aquele que podemos denominar como "Livreiro Padrão", por ter se dedicado integralmente a este amigo incondicional chamado LIVRO.
*
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
Cabral Comendo Livros * Elenilson Nascimento - Ba
CABRAL COMENDO LIVROS!
O carioca Antonio Cabral Filho – um dos autores da "Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos" – recomenda o livro "Poetas En Cena 6 Edição Belô Poético 2012" , com organização de Rogério Salgado. Segundo Cabral: "O livro é uma coletânea com dezenas de poetas brasileiros. Gosto do livro não só pelo fato de eu participar dele, mas justamente pela proposta de algo diverso, pluri-estético. Tem nele colegas que eu leio constantemente. É o que almejo numa antologia...". Contato com Cabral: freguesiadasletras@gmail.com
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Programas do Livro e da Leitura em Minas Gerais * Antonio Cabral Filho - Rj
Programas do Livro e da Leitura Em Minas Gerais
Encontrei dois sites dedicados ao assunto: Sou De Minas Uái -
http://www.soudeminasuai.com/ e Conselho Nacional de Políticas Culturais - http://cultura.gov.br/votacultura/foruns/mg-literatura-livro-leitura/ . Resolvi trazê-los para nossos amigos e leitores por serem de alta relevância. Um estadual e outro nacional, mas ambos tratando do mesmo assunto.
Espero que apreciem sem moderação.
*
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
Livro e Leitura Em Poços De Caldas * Antonio Cabral Filho - Rj
Poços De Caldas Lidera Leitura Em Minas Gerais
Pesquisas atestam que a cidade mineira onde mais se lê no estado de Minas Gerais é Poços de Caldas, informa o jornal "UÁI!". Desde as mães acima, passando por um sarau no parque
até à FLIPOÇOS anual, a Câmara Mineira do Livro confirma o interesse todo especial do povo "poçoscaldense" pela leitura.
Os jornais locais confirmam
o que demonstra a empresária Gisele Correa Ferreira. Confiram...
http://www.uai.com.br/app/noticia/e-mais/2015/05/10/noticia-e-mais,167553/pocos-de-caldas-e-a-cidade-onde-mais-pessoas-leem-no-estado.shtml
***
Marcadores:
feira do livro de pocos de caldas,
flipocos,
gisele correa ferreira,
leitura,
livro,
pocos de caldas,
rosana de mont ' alverne
Assinar:
Postagens (Atom)










